41 anos depois de Zero
Embora seja fã de Ignácio de Loyola Brandão, demorei a ler Zero, seu livro mais conhecido. A oportunidade veio esse … Continuar lendo 41 anos depois de Zero
Um livro, uma resenha.
Embora seja fã de Ignácio de Loyola Brandão, demorei a ler Zero, seu livro mais conhecido. A oportunidade veio esse … Continuar lendo 41 anos depois de Zero
Tendo nascido no finalzinho dos anos 1970, o nome Panair do Brasil não me remetia a grandes coisas. Minha única referência – e … Continuar lendo As asas cortadas da Panair
Pego carona no post anterior, em que Renata define com precisão o escritor catalão Enrique Vila-Matas como um pândego. E … Continuar lendo Os abismos de Vila-Matas
É um pândego, esse Enrique Vila-Matas. Se nada do que ele escreve está livre de ironia e erudição, História abreviada … Continuar lendo A ironia concentrada de Vila-Matas
O escritor Italo Calvino foi muito além dos romances que publicou. Algumas de suas obras são tratados sobre literatura, como … Continuar lendo Por que ler os clássicos
“Os olhos da gente também não são uma objetiva fotográfica?” A frase de Guilherme de Almeida no prefácio de Cosmópolis (já resenhado aqui) … Continuar lendo Joicy e o jornalismo humanizado
A onomatopeia do título deste post é de Big Jato, romance de Xico Sá, publicado em 2012. Mas também está … Continuar lendo Vrumpavrumtcheéézinncrahsssss